O ano de 2011 para o TUILUX foi um ano de consolidação. Em eventos promovidos em diversas cidades mostrou-se que apesar do e-commerce brasileiro crescer a altas taxas, ele ainda vende mal. Não foram necessárias análises complexas para mostrar que o e-commerce brasileiro vende para computadores. Isso mesmo, nem uma das práticas mais consolidadas e efetivas no processo de venda, que é tratar o cliente (pessoa) de forma especial e única, está sendo considerada. Hoje, o cliente do e-commerce brasileiro é um computador que no processo de compra recebe um número para acompanhar o pedido. Felizmente o cenário está mudando.

Várias empresas já perceberam a importância de tratar o cliente como pessoa única, que possui um perfil de compras, que deseja receber produtos aderentes ao seu perfil, que quer deixar se encantar quando entrar numa loja virtual e perceber que a loja moldou-se ao seu estilo, que quer se sentir apoiada na busca pelo produto que melhor satisfaça aos seus anseios. É nesse cenário que o TUILUX entra em cena mostrando como isso é possível. No ano de 2011 vários clientes já tornaram esse cenário realidade através da integração do TUILUX nas suas operações, desde lojas já consolidadas até lojas iniciantes, onde o diferencial é entender o perfil do cliente e oferecer algo relevante ao seu perfil.

Continuando a trajetória ascendente em auxiliar o e-commerce brasileiro a vender para pessoas, o ano de 2012 começa de forma intensa para o TUILUX e tende a se tornar marcante. O diferencial do ano de 2011 no e-commerce brasileiro foi o projeto E-commerce Brasil (www.ecommercebrasil.com.br). Através de uma série de eventos, congressos e encontros cuidadosamente planejados, o projeto consolidou-se como referência do setor. Percebendo a importância dos sistemas de recomendação no crescimento e consolidação do setor aliado ao trabalho que o TUILUX desenvolve desde a sua concepção, no ano de 2012 o TUILUX passa a ser mantenedor do projeto e a empresa referência quando se trata de ferramentas de recomendação personalizada. Na nova configuração do projeto Ecommercebrasil, com uma estrutura dividida em quinzenas, a primeira atividade da primeira quinzena será um workshop sobre recomendação ministrado por um dos co-fundadores do TUILUX. Percebe-se claramente que o tema está em destaque no meio e com grande potencial de ser o catalisador das maiores inovações no setor nesse ano.

Um estudo elaborado por Marco Antonio Zago, pró-reitor de Pesquisa da Universidade de São Paulo (USP), buscou identificar que parcela da pesquisa brasileira consegue alcançar uma ampla visibilidade internacional. No trabalho, Zago identificou quais artigos brasileiros publicados  na base de dados da empresa Thomson Reuters entre 2001 e 2005 obtiveram mais de 200 citações, ou seja, quais papers foram citado como referência em ao menos outros 200 artigos publicados nos anos seguintes. Na lista final de Zago estava contemplado somente um conjunto de apenas 26 papers, divididos pelas áreas de medicina (7 artigos), química (5), física (5), genômica (2), computação (2), bioquímica (2), engenharia (1), genética (1) e ecologia (1).

Um dos 2 artigos selecionados na área de computação é assinado pelo co-fundador do Tuilux e Professor da Universidade Mackenzie, Leandro Nunes de Castro em conjunto com o professor da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) Fernando Von Zuben. Com 547 citações na base ISI, o trabalho é uma proposta pioneira na área de Sistemas Imunológicos Artificiais, que se caracteriza pelo interesse em reproduzir princípios e mecanismos do sistema imunológico para resolver problemas de engenharia de computação.  O trabalho foi o primeiro a formalizar computacionalmente alguns princípios da imunologia e assim, tornar possível a aplicação na solução de problemas desafiadores de análise de dados e otimização.

O estudo realizado por Zago, o qual buscou mapear contribuições originais da ciência brasileira, respeitando as limitações do levantamento, foi publicado no livro Inovações tecnológicas no Brasil – Desempenho, políticas e potencial, editado pela Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa (Interfarma).

Nós do Tuilux Team nos sentimos honrados em estar ao lado de um dos mais influentes pesquisadores brasileiros. Temos o privilégio de desenvolver pesquisa reconhecida internacionalmente e aplicá-la nos produtos e serviços oferecidos pelo Tuilux no que se refere a Sistemas de Recomendação e Análise de Dados.  E o melhor, sãos os clientes do Tuilux que recebem os maiores ganhos, pois desfrutam do que há de mais avançado em sistemas de recomendação e análise de dados em benefícios dos seus negócios.

A reportagem completa da Revista Pesquisa (FAPESP) pode ser acessada no endereço http://bit.ly/fapesp_lnunes

Segundo Lévy (A Inteligência Coletiva: Por uma Antropologia no Ciberespaço, 2º Ed., Loyola, 1999) a base e o objetivo da inteligência coletiva é o reconhecimento e enriquecimento mútuo das pessoas. Trata-se de uma inteligência distribuída, incessantemente valorizada, coordenada em tempo real e que resulta em uma mobilização efetiva das competências. Por isso, na era do conhecimento, deixar de reconhecer o outro em sua inteligência é recusar-lhe sua verdadeira identidade social. Em contrapartida, quando se valoriza o outro de acordo com o seu leque de saberes, permite-se que se identifique de um modo novo e positivo, contribuindo para mobilizá-lo, para desenvolver nele sentimentos de reconhecimento que, consequentemente, facilitarão a agregação de outras pessoas em projetos coletivos.

O ideal da inteligência coletiva implica, portanto, na valorização dos diversos tipos de inteligência distribuída com o intuito de alcançar o reconhecimento e a mobilização efetiva das competências. Inclusive, a Inteligência Coletiva é um conceito pré-datado antes mesmo da existência da Web. É comumente conhecida como o conhecimento ou comportamento que surge através da colaboração ou competição entre um grupo de indivíduos. Tanto as aplicações Web quanto os usuários estão passando por revoluções e transformações. As aplicações atuais confiam em seus usuários, convidando-os a participar, criar conteúdo e a interagir com outros usuários, fazendo uso dessas informações para melhorar a experiência dos usuários e prover um conteúdo de maior valor agregado e personalizado ao usuário da aplicação. Por outro lado, enquanto as aplicações estão evoluindo e ganhando inteligência, os usuários cooperam com essa evolução, pois estes estão cada vez mais dispostos a interagir, organizar, comentar, avaliar e compartilhar informação.

É possível obter resultados melhores de informações provenientes de uma multidão do que de um pequeno grupo de especialistas se quatro condições básicas forem atendidas:

  1. Houver uma população composta por indivíduos com diversas opiniões;
  2. Existir indivíduos que não tenham medo ou receio de expressar suas opiniões;
  3. Houver diversidade cultural entre os componentes da população; e
  4. Houver um meio de obter, armazenar e agregar as informações de forma que seja possível fazer uso delas num processo de tomada de decisão.

No contexto de aplicações inteligentes é possível entender a Inteligência Coletiva como o uso efetivo de informações providas por outros para melhorar a aplicação. Assim, a inteligência coletiva adquire forma à medida que os usuários interagem entre si expressando suas opiniões e formando seu circulo de influência, o qual logo cresce para uma comunidade capaz de gerar conhecimento. Há diversas técnicas que podem ser utilizadas como formas de viabilizar a utilização do conceito de Inteligência Coletiva dentro das aplicações Web, por exemplo:

  1. Informação Agregada (Listas): Agregar informações e listas, exemplo: Lista de Itens mais recentes ou Itens mais buscados
  2. Avaliações, Revisões e Recomendações: Informações compartilhadas por usuários podem influenciar outros;
  3. Conteúdo gerado pelo Usuário (blogs, wikis e mensagens): É possível extrair inteligência das contribuições de usuários, que, por sua vez, influenciarão outros;
  4. Categorização, Marcação e Votação: Aumenta a chance de descoberta de conteúdo, tornando possível conhecer e conectar usuários;
  5. Navegação por Tag Clouds: Classificação dinâmica de conteúdo utilizando termos que podem ser gerados por algoritmos, usuários ou peritos;
  6. Análise de Conteúdo para identificar perfil do usuário: Permite a extração de palavras-chave que irão compor o perfil do usuário;
  7. Agrupamento e modelos de predição: É possível agrupar itens e usuários similares ou até mesmo predizer novos componentes destes grupos;
  8. Busca: Apresentação de resultados pertinentes com base no perfil dos usuários;
  9. Fazer uso de conteúdo externo: Prover conteúdo de fontes externas como blogs ou outros sítios; e
  10. Sistemas de Recomendação: Com base na análise de conteúdo, avaliações, usuários e muitas outras informações é possível fazer sugestões de compras, comunidades, pessoas, etc.

Dentre os muitos benefícios de se aplicar técnicas de inteligência coletiva nas aplicações destacam-se:

  1. Alta taxa de retenção de usuário: Já que quanto mais eles interagem, mais personalizada ao seu perfil a aplicação se torna e isso fará com que o usuário queira retornar e continuar navegando.
  2. Elevadas oportunidades de propaganda e comunicação: Uma vez que muitos usuários utilizam o serviço, o número de interações aumenta e, com isso, as oportunidades de comunicação e propaganda, podendo estas ainda serem personalizadas.
  3. Alta probabilidade dos usuários obterem o que procuram: Ao passo que as aplicações vão provendo informações relevantes aos usuários, as chances dos usuários encontrarem itens relevantes aumentam.
  4. Melhor posicionamento em sistemas de busca: Quanto maior a participação e contribuição dos usuários, mais conteúdo existirá em determinada aplicação. Com isso, maior é a probabilidade de ser localizado por sistemas de busca.

Com base nesses benefícios é possível perceber a importância de se fazer um uso efetivo da inteligência coletiva nas aplicações Web atuais, uma vez que tais fatores resumem praticamente os principais objetivos de todas as aplicações Web, como: manter a fidelidade dos usuários, monetizar a aplicação através de comunicação e propaganda, atender às necessidades dos usuários (satisfação do cliente) e gerar maior visibilidade na Web.

Existem diversas maneiras de representar o conceito de Inteligência Coletiva. Atualmente tem-se os Webloggs (popularmente conhecidos como Blogs) e as Redes Sociais, através dos quais as pessoas podem trocar informações de interesse, ou seja, serviços que tornam possível manter uma inteligência distribuída, incessantemente valorizada e com coordenação em tempo real. Além desses serviços, existem os Sistemas ou Motores de Recomendação que, resumidamente, são programas capazes de criar regras específicas de comparação e sugestão de itens (p. ex., produtos, serviços, pessoas, etc.) levando em consideração um contexto. O uso destes Sistemas de Recomendação em uma aplicação é a melhor forma de se fazer uso da Inteligência Coletiva.

     O TUILUX é o primeiro sistema de recomendação a ser oferecido como serviço no Brasil. Ele opera de maneira totalmente integrada ao ambiente do seu comércio eletrônico, gerando sugestões para os seus clientes que nem mesmo eles sabiam que desejavam.

@2010 TUILUX