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	<title>TUILUX</title>
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	<description>O blog do seu Sistema de Recomendação</description>
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		<title>O TUILUX no EcommerceBrasil</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Jan 2012 19:44:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Sistemas de Recomendação]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>O ano de 2011 para o TUILUX foi um ano de consolidação. Em eventos promovidos em diversas cidades mostrou-se que apesar do e-commerce brasileiro crescer a altas taxas, ele ainda vende mal. Não foram necessárias análises complexas para mostrar que o e-commerce brasileiro vende para computadores. Isso mesmo, nem uma das práticas mais consolidadas e efetivas no processo de venda, que é tratar o cliente (pessoa) de forma especial e única, está sendo considerada. Hoje, o cliente do e-commerce brasileiro é um computador que no processo de compra recebe um número para acompanhar o pedido. Felizmente o cenário está mudando.</p>
<p>Várias empresas já perceberam a importância de tratar o cliente como pessoa única, que possui um perfil de compras, que deseja receber produtos aderentes ao seu perfil, que quer deixar se encantar quando entrar numa loja virtual e perceber que a loja moldou-se ao seu estilo, que quer se sentir apoiada na busca pelo produto que melhor satisfaça aos seus anseios. É nesse cenário que o TUILUX entra em cena mostrando como isso é possível. No ano de 2011 vários clientes já tornaram esse cenário realidade através da integração do TUILUX nas suas operações, desde lojas já consolidadas até lojas iniciantes, onde o diferencial é entender o perfil do cliente e oferecer algo relevante ao seu perfil.</p>
<p>Continuando a trajetória ascendente em auxiliar o e-commerce brasileiro a vender para pessoas, o ano de 2012 começa de forma intensa para o TUILUX e tende a se tornar marcante. O diferencial do ano de 2011 no e-commerce brasileiro foi o projeto E-commerce Brasil (<a href="http://www.ecommercebrasil.com.br/">www.ecommercebrasil.com.br</a>). Através de uma série de eventos, congressos e encontros cuidadosamente planejados, o projeto consolidou-se como referência do setor. Percebendo a importância dos sistemas de recomendação no crescimento e consolidação do setor aliado ao trabalho que o TUILUX desenvolve desde a sua concepção, no ano de 2012 o TUILUX passa a ser mantenedor do projeto e a empresa referência quando se trata de ferramentas de recomendação personalizada. Na nova configuração do projeto Ecommercebrasil, com uma estrutura dividida em quinzenas, a primeira atividade da primeira quinzena será um workshop sobre recomendação ministrado por um dos co-fundadores do TUILUX. Percebe-se claramente que o tema está em destaque no meio e com grande potencial de ser o catalisador das maiores inovações no setor nesse ano.</p>
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		<title>Co-fundador do Tuilux, Dr. Leandro Nunes de Castro, é um dos mais influentes pesquisadores brasileiros.</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Oct 2011 14:48:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[ecommerce]]></category>
		<category><![CDATA[Leandro Nunes de Castro]]></category>
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		<description><![CDATA[Um estudo elaborado por Marco Antonio Zago, pró-reitor de Pesquisa da Universidade de São Paulo (USP), buscou identificar que parcela da pesquisa brasileira consegue alcançar uma ampla visibilidade internacional. No trabalho, Zago identificou quais artigos brasileiros publicados  na base de dados da empresa Thomson Reuters entre 2001 e 2005 obtiveram mais de 200 citações, ou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um estudo elaborado por Marco Antonio Zago, pró-reitor de Pesquisa da Universidade de São Paulo (USP), buscou identificar que parcela da pesquisa brasileira consegue alcançar uma ampla visibilidade internacional. No trabalho, Zago identificou quais artigos brasileiros publicados  na base de dados da empresa Thomson Reuters entre 2001 e 2005 obtiveram mais de 200 citações, ou seja, quais <em>papers</em> foram citado como referência em ao menos outros 200 artigos publicados nos anos seguintes. Na lista final de Zago estava contemplado somente um conjunto de apenas 26 <em>papers</em>, divididos pelas áreas de medicina (7 artigos), química (5), física (5), genômica (2), computação (2), bioquímica (2), engenharia (1), genética (1) e ecologia (1).</p>
<p>Um dos 2 artigos selecionados na área de computação é assinado pelo co-fundador do <strong>Tuilux </strong>e Professor da Universidade Mackenzie, <strong>Leandro Nunes de Castro</strong> em conjunto com o professor da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) Fernando Von Zuben. Com 547 citações na base ISI, o trabalho é uma proposta pioneira na área de Sistemas Imunológicos Artificiais, que se caracteriza pelo interesse em reproduzir princípios e mecanismos do sistema imunológico para resolver problemas de engenharia de computação.  O trabalho foi o primeiro a formalizar computacionalmente alguns princípios da imunologia e assim, tornar possível a aplicação na solução de problemas desafiadores de análise de dados e otimização.</p>
<p>O estudo realizado por Zago, o qual buscou mapear contribuições originais da ciência brasileira, respeitando as limitações do levantamento, foi publicado no livro <em>Inovações tecnológicas no Brasil – Desempenho, políticas e potencial</em>, editado pela Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa (Interfarma).</p>
<p>Nós do <strong>Tuilux Team</strong> nos sentimos honrados em estar ao lado de um dos mais influentes pesquisadores brasileiros. Temos o privilégio de desenvolver pesquisa reconhecida internacionalmente e aplicá-la nos produtos e serviços oferecidos pelo <strong>Tuilux </strong>no que se refere a Sistemas de Recomendação e Análise de Dados.  E o melhor, sãos os clientes do <strong>Tuilux </strong>que recebem os maiores ganhos, pois desfrutam do que há de mais avançado em sistemas de recomendação e análise de dados em benefícios dos seus negócios.</p>
<p>A reportagem completa da Revista Pesquisa (FAPESP) pode ser acessada no endereço <a href="http://bit.ly/fapesp_lnunes" target="_blank">http://bit.ly/fapesp_lnunes</a></p>
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		<title>Como as Redes Sociais podem Aumentar a Conversão de seu Ecommerce</title>
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		<pubDate>Tue, 03 May 2011 13:51:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Segundo o serviço de medição on-line &#8220;Experian Hitwise&#8221;, durante a maior parte de 2010 o Facebook ultrapassou o Google, pela primeira vez, como o site mais visitado nos Estados Unidos. A rede social alcançou 8,9% de todas as visitas dos EUA, enquanto o Google ficou em segundo lugar, com 7,2% de todas as visitas. Esses [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo o serviço de medição on-line &#8220;Experian Hitwise&#8221;, durante a maior parte de 2010 o Facebook ultrapassou o Google, pela primeira vez, como o site mais visitado nos Estados Unidos. A rede social alcançou 8,9% de todas as visitas dos EUA, enquanto o Google ficou em segundo lugar, com 7,2% de todas as visitas. Esses dados mostram uma mudança no comportamento dos usuários e um aumento de importância no papel das redes sociais. Esse fenômeno nos indica que devemos repensar onde o nosso negócio deve estar.</p>
<p>Enquanto as máquinas de busca e os comparadores de preços evoluem muito rapidamente, a navegabilidade, a personalização e a interação com as redes sociais por parte do ecommerce nacional andam a passos lentos, alguns anos atrasados em relação a países como os Estados Unidos. É preciso reconhecer que saímos de um mundo no qual a informação era mantida por poucos e distribuída para muitos, para um mundo no qual a informação é mantida por muitos e distribuída para poucos, são os conhecidos mercados de nichos.</p>
<p>Com o avanço das redes sociais, a informação de maneira geral, notícias, vídeos, produtos e serviços, chega a cada um de nós através de nossos amigos nas redes. Até pouco tempo atrás quando queríamos adquirir um produto entrávamos em um buscador ou comparador e fazíamos a pesquisa. Atualmente, entramos em uma rede social e perguntamos para nossos amigos quais produtos eles recomendam. Esse tipo de comportamento não é novo, pois desde os primórdios da humanidade nós consultamos amigos e parentes em processos de tomada de decisão; a diferença é que hoje usamos as redes sociais para esse fim, agilizando, ampliando e barateando todo o processo.</p>
<p>É comum termos lojas de comércio eletrônico e marcas com uma página institucional nas redes sociais. Mas a interação da marca com sua comunidade não precisa se restringir ao institucional. As boas marcas e lojas precisam perceber que as necessidades e preferências dos membros de sua comunidade precisam estar a frente de seus negócios. E, a partir do momento em que há o reconhecimento de que é possível conhecer individualmente cada membro da comunidade, é possível interagir com ele/ela de forma personalizada através da rede. Isso pode ser feito, por exemplo, usando ferramentas inteligentes de recomendação capazes de oferecer, moderadamente e personalizadamente, produtos a cada cliente de sua comunidade dentro da rede social, aproximando o cliente da marca e aumentando a conversão.</p>
<p>Ao contrário do que poderia ser percebido por alguns, essa interação através da rede social não é intrusiva, pois além de requerer a permissão de cada usuário, se feita da maneira adequada é entendida como um serviço de atualização personalizada para cada usuário. Também é muito fácil medir a assertividade dessas ações, pois uma recomendação personalizada na rede social implica, por exemplo, em um link de um produto que, quando clicado, leva o cliente à página do produto na loja. Resumindo em quatro passos:</p>
<p>1. Conheça seus clientes (sua comunidade) individualmente;</p>
<p>2. Antecipe as necessidades deles;</p>
<p>3. Interaja com eles/elas através da rede social ofertando a cada um(a) o que é do interesse próprio dele(a);</p>
<p>4. Meça os resultados.</p>
<p>O que isso tudo significa é que no futuro do ecommerce os usuários não buscarão os produtos, eles é que encontrarão os usuários. E para os gestores de ecommerce que utilizarem ferramentas inteligentes de recomendação personalizada dentro das redes sociais deixo a seguinte mensagem: se você quiser que o mundo inteiro conheça seus produtos, então publique-os nas redes sociais, pois uma vez lá dentro, todos terão acesso!</p>
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		<title>Consumidores preferem e-mail marketing, desde que com conteúdo relevante</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Apr 2011 17:08:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um estudo da Inova Tecnologias, empresa especializada em envio e gestão de e-mail marketing, revelou que 76% dos consumidores brasileiros preferem receber ofertas por e-mail, desde que as mensagens contenham conteúdo relevante. Mas o índice cai para 45% quando o assunto é referente a apenas anúncio de produtos e/ou serviços.
Segundo o levantamento, os fatores que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um estudo da Inova Tecnologias, empresa especializada em envio e gestão de e-mail marketing, revelou que 76% dos consumidores brasileiros preferem receber ofertas por e-mail, desde que as mensagens contenham conteúdo relevante. Mas o índice cai para 45% quando o assunto é referente a apenas anúncio de produtos e/ou serviços.</p>
<p>Segundo o levantamento, os fatores que mais influenciam para uma mensagem ser marcada ou não como spam, são a predominância de conteúdo editorial relevante (a maioria diz que não marcaria como spam) e a predominância de anúncios publicitários (a maioria marcaria como spam ou apagaria a mensagem sem ler). Além disso, 38% dos consumidores preferem receber e-mails comerciais mensalmente, e 25% semanalmente.</p>
<p>Para Panagides, CEO da Inova Tecnologias, “os novos consumidores esperam que as empresas também se tornem núcleos de produção de conhecimento em tempos de web 2.0 e que participem ativamente das redes sociais, não apenas de forma passiva. Os usuários esperam que as empresas contribuam com informações ou reflexões pertinentes”.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.ecommercebrasil.com.br/">http://www.ecommercebrasil.com.br</a></p>
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		<title>Executivo do Google afirma que e-commerce está em transição radical</title>
		<link>http://www.tuilux.com.br/blog/executivo-do-google-afirma-que-e-commerce-esta-em-transicao-radical/</link>
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		<pubDate>Mon, 04 Apr 2011 15:29:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Osama Bieder, vice-presidente de sistemas para pagamento online do Google, anunciou profundas mudanças no futuro do comércio eletrônico. As declarações foram dadas no evento Web 2.0 Expo, realizado em São Francisco, nos Estados Unidos.
Para o executivo, fazer compras online, em breve, será muito parecido com a experiência de entrar em uma loja física e ser [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Osama Bieder, vice-presidente de sistemas para pagamento online do Google, anunciou profundas mudanças no futuro do comércio eletrônico. As declarações foram dadas no evento Web 2.0 Expo, realizado em São Francisco, nos Estados Unidos.</p>
<p>Para o executivo, fazer compras online, em breve, será muito parecido com a experiência de entrar em uma loja física e ser atendido. “Estamos frente a uma nova era”, esclarecendo que a mudança será feita através de um esforço conjunto para vencer desafios, e não de algum aplicativo ou de um novo site.</p>
<p>De acordo com Bieder, o e-commerce deverá se pautar em três pilares digitais: mobilidade, geolocalização e personalização.</p>
<p>A mobilidade é hoje o segmento de maior expressão na indústria tecnológica. Ela está no centro das atenções de mídias de massa e, em 2010, foram vendidos mais dispositivos móveis que PCs.</p>
<p>Além disso, as empresas se empenham para descobrir os hábitos de consumo locais dos clientes, como acontece com os grandes sites de compras coletivas, que elaboram campanhas de ofertas tendo como referência a localização do consumidor.</p>
<p>Nas palavras de Bierder, a personalização da experiência de consumo seria o seguinte: “Entrei em uma loja, e o vendedor me atendeu pelo nome. Isso me deu uma sensação muito boa. Em seguida, me disse que o pão predileto de meu pai estava em promoção. Perguntei por azeitonas espanholas, e ouvi que, infelizmente, estariam em falta, mas que, a duas quadras de distância, encontraria o que procuro”. Segundo ele, esse é o tipo de experiência que se deve oferecer ao consumidor.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.ecommercebrasil.com.br/">http://www.ecommercebrasil.com.br</a></p>
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		<title>O que a Southwest Airlines pode ensinar aos varejistas?</title>
		<link>http://www.tuilux.com.br/blog/southwest-airlines-ensina-aos-varejistas/</link>
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		<pubDate>Wed, 03 Nov 2010 13:16:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[mídia social]]></category>
		<category><![CDATA[southwest airlines]]></category>

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		<description><![CDATA[Parece estranho uma palestra de uma companhia de aviação como case de mídia social em uma conferência de comércio eletrônico. Entretanto podemos perceber que os varejistas têm muito a aprender com a Southwest Airlines. Com números impressionantes como: mais de um milhão de seguidores no Twitter, quase um milhão de fãs no Facebook, uma vibrante [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Parece estranho uma palestra de uma companhia de aviação como case de mídia social em uma conferência de comércio eletrônico. Entretanto podemos perceber que os varejistas têm muito a aprender com a Southwest Airlines. Com números impressionantes como: mais de um milhão de seguidores no Twitter, quase um milhão de fãs no Facebook, uma vibrante presença no YouTube e um entusiasmado blog, a companhia mostra que as mídias sociais sempre foram parte do DNA da Southwest, mesmo antes das redes sociais &#8220;oficiais&#8221; terem nascido. A Empresa olha as mídias sociais como uma nova maneira de interagir com os clientes. De posse desse espírito, a empresa abraçou as mídias sociais muito rapidamente e tem realizado grandes campanhas nelas.</p>
<p>Na apresentação foram expostos dois cases realizados pela Southwest. Neles ficam evidentes a estrita integração entre as várias mídias. No primeiro case a companhia buscava diferentes maneiras de propagar a sua nova campanha &#8220;<em>Bags Fly Free</em>&#8220;. Enquanto a veiculação na televisão e banners online era parte da campanha, a empresa utilizou o Facebook para envolver os clientes na escolha do melhor comercial. Uma semana depois, eles lançaram a campanha com uma pasta dedicada no Facebook. Centenas de fãs participaram da votação e visualizaram os vídeos. Resultado final: o número de fãs da Southwest no Facebook “explodiu”. No segundo case a empresa lançou uma campanha exclusiva no Twitter, ao invés de usar email ou outra forma tradicional de marketing. Resultado: aumento incrível de seguidores no Twitter, aumento das vendas e uma enorme influência no volume de participação das outras mídias.</p>
<p>O grande período e intensidade que a Southwest está envolvida com as mídias sociais trouxeram a ela uma grande expertise a qual ela não se furta de compartilhá-la. Esse conhecimento pode ser resumido em 10 pontos listados a seguir:</p>
<ol>
<li>Não tenha medo de entrar na conversa que está “rolando”.</li>
<li>Faça a conversa ser pessoal.</li>
<li>Engaje-se no lado positivo das coisas.</li>
<li>Estabeleça canais antes que uma crise apareça.</li>
<li>Aja rápido!</li>
<li>As mídias sociais tendem a ser o primeiro repórter na cena.</li>
<li>Não baseie os seus julgamentos apenas nos números.</li>
<li>Eduque os seus funcionários e líderes.</li>
<li>Viva e respire as mídias sociais.</li>
<li>Divirta-se!</li>
</ol>
<p>A Southwest nos ensina que devemos ser mais ousados, experimentar mais, aprender com todos e compartilhar o conhecimento. O desafio está lançado! Vamos transformar essas idéias em realização e difundir os resultados. No próximo post analisaremos as mudanças nas interações online. Um abraço e muito sucesso!</p>
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		<title>Cases de Sucesso do Comércio Americano</title>
		<link>http://www.tuilux.com.br/blog/cases-de-sucesso-do-comercio-americano/</link>
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		<pubDate>Mon, 01 Nov 2010 11:57:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Continuando com algumas observações sobre a conferência Shop.org 2010 realizada em Dallas, EUA, neste post apresentaremos os principais pontos de uma case de grande sucesso no mercado varejista Americano, a Urban Outfitters. Na palestra realizada pelo CEO da Urban Outfitters, Glen T. Senk, ficou evidente a mudança do merchandising e porque as melhores empresas exploram [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Continuando com algumas observações sobre a conferência Shop.org 2010 realizada em Dallas, EUA, neste post apresentaremos os principais pontos de uma case de grande sucesso no mercado varejista Americano, a Urban Outfitters. Na palestra realizada pelo CEO da Urban Outfitters, Glen T. Senk, ficou evidente a mudança do merchandising e porque as melhores empresas exploram ao máximo a tecnologia para tomar melhores decisões. Uma filosofia defendida por Glen é o pensamento focado nas pessoas, segundo ele “Nós trabalhamos para criar algo bacana para nós mesmos e para os amigos, e não apenas para ganhar dinheiro e crescer.&#8221; Os valores da empresa refletem essa preocupação, todos têm um relacionamento muito próximo com as pessoas. Refletindo sobre as pessoas entendemos por que elas compram. Glen defende que &#8220;as pessoas compram para se sentirem bem, para se sentirem amadas, para se sentirem sexy, para se sentirem confortável, para se sentirem conectadas a outras pessoas.”<br />
A Urban Outifitters é uma empresa que se antecipa e cria tendências. Eles estão realizando grandes investimentos no comércio móvel por acreditarem “que o varejo via celular vai impactar mais o negócio deles do que o comércio eletrônico via internet.” Concretizando o cenário imaginado por Glen esse impacto realmente será muito grande, percebam: “Nós estamos próximos do momento onde o cliente vai entrar na loja com o celular na mão, escanear os nossos produtos, checar informações relacionadas no nosso web site, compartilhar com os amigos, e sair da loja com o produto na mão depois de ter comprado o produto com o seu celular. Eu estou falando do fim dos checkouts. O celular do cliente será o checkout.”<br />
Extrapolando o cenário proposto por Glen percebemos que um dos pontos mais frágeis do comércio varejista físico são os checkouts. Basta lembrarmo-nos das cansativas filas dos checkouts de supermercados. Os supermercadistas se esforçam para nos proporcionarem uma excelente experiência de compra, com lojas decoradas, música ambiente, monitores com informações sobre alimentação e, no entanto, nossa última experiência no supermercado, a que levamos para casa, não poderia ser pior, um cansativo tempo de espera na fila do caixa. Parece que estamos diante de um novo paradigma, anteriormente o comércio físico servia de espelho ao comércio online, agora estamos invertendo de posição, estratégias on-line servindo de modelo ao comércio físico.<br />
A Urban usa a tecnologia na tomada de decisões. O auxílio de sistemas de personalização e análise de dados permite o entendimento de cada loja individualmente, tornando um diferencial da Urban. Cada loja da Urban tem uma história e isso é usado para melhorar o seu desempenho. O que vende na loja de Nova York é completamente diferente do que é vendido na loja de Chicago. Dessa forma o estoque tem que ser tratado individualmente. No próximo post apresentaremos o que uma empresa de aviação está ensinando aos varejistas no que se refere a mídias sociais. Até o próximo! Saudações!</p>
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		<title>O comércio eletrônico americano observado e estudado de perto</title>
		<link>http://www.tuilux.com.br/blog/comercio-eletronico-americano/</link>
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		<pubDate>Wed, 27 Oct 2010 13:09:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Amazon]]></category>
		<category><![CDATA[comércio eletrônico americano]]></category>
		<category><![CDATA[shop.org]]></category>

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		<description><![CDATA[Neste post descrevemos uma semana intensa observando e estudando o comércio eletrônico americano. Visitas a empresas como Dell, Woot, JC Penney e a gigante Amazon. Participação no maior evento de comércio eletronico mundial, o Shop.org 2010. Além de uma excelente troca de experiências com a comitiva brasileira, formada pela maioria das pessoas que operam o comércio eletrônico brasileiro.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No período de 25 de setembro a 3 de outubro de 2010 o TUILUX, representado por um dos seus diretores, esteve estudando e observando o comércio eletrônico norte-americano. Foi uma semana intensa nas cidades de Dallas, Austin e Seattle, marcada por visitas a empresas como Dell, um ícone na indústria de informática, a JC Penney, grande varejista americano, a Woot, uma empresa que inovou o seu modelo de negócios, e a maior empresa de comércio eletrônico do mundo, a Amazon. Além das visitas, participamos também da conferência shop.org, a mais importante do setor, contando com mais de 3000 inscritos de todo o mundo, com um conteúdo contemplando cases de sucesso, palestras técnicas e exposição de empresas ligadas ao setor. Além do aprendizado adquirido no país que respira negócios, fazer parte de um grupo formado por pessoas de renomadas competências nas suas áreas de atuação possibilitou grande troca de experiências e fortaleceu relacionamentos. O convívio com pessoas ligadas a diferentes segmentos como: médios e grandes varejistas, agências de publicidade, portais, empresas de logística, empresas de tecnologia e consultorias permitiu uma visão global do comércio eletrônico, possibilitando entender o importante papel de cada entidade, seus pontos fortes e pontos passíveis de melhorias visando sempre o fortalecimento e crescimento do comércio eletrônico brasileiro.</p>
<p>No primeiro dia do evento um assunto de grande destaque foi a organização multicanal do comércio varejista. Ainda existem muitas controvérsias no modelo a ser adotado, com pontos a favor ou contra, seja para uma unificação total das operações on-line e off-line ou para trabalhar com operações completamente separadas. Alguns pontos levantados: quatro em cinco varejistas compartilham imagens e informação de produtos entre diferentes canais; 2/3 usam emails para promover cupons de descontos e eventos em lojas físicas  e tem, pelo menos, um executivo com responsabilidades em multicanais.</p>
<p>As estratégias móveis foram o tópico de tendência de futuro próximo. Mesmo o maduro comércio varejista americano ainda está engatinhando nesse assunto. Somente 20% das empresas varejistas já possuem uma estratégia móvel definida e implantada.</p>
<p>No que se refere a táticas sociais o momento ainda é de experimentação. Tanto a expectativa de resultados imediatos quanto o volume de investimentos foram mais modestos quando se compara o primeiro semestre de 2010 em relação a 2009. No entanto, aumentou o volume de investimento em novas experiências, 80% das empresas estão investindo e aprendendo com novas experiências no que se refere a táticas sociais.</p>
<p>Um tópico de grande curiosidade e interesse de todos é a aquisição de clientes. Quais são as fontes mais relevantes de aquisição de clientes? Para as empresas americanas, as principais fontes de clientes são: 90% marketing de busca; 50% programas de afiliados; 42% tráfego orgânico; 16% ferramentas de comparação de preços. Nota-se que o envio de email, umas das práticas muito usadas no comércio eletrônico brasileiro, não aparece entre as principais formas de aquisição de clientes no comércio online dos Estados Unidos. Nos próximos posts mais informações sobre a viagem e a conferência Shop.org. Abraços e sucesso!</p>
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		<title>Conhecimento gera reputação no comércio eletrônico</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Jun 2010 20:44:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Comércio eletrônico]]></category>
		<category><![CDATA[Reputação]]></category>
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		<description><![CDATA[Reputação é um dos valores mais desejados no convívio social, na verdade, a boa reputação. Seja no mundo real ou no virtual a busca por boa reputação está atrelada ao reconhecimento, à valorização do eu. Segundo o filósofo grego Sócrates “A maneira de se conseguir boa reputação reside no esforço em se ser aquilo que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Reputação é um dos valores mais desejados no convívio social, na verdade, a boa reputação. Seja no mundo real ou no virtual a busca por boa reputação está atrelada ao reconhecimento, à valorização do eu. Segundo o filósofo grego <em>Sócrates </em>“<span style="color: #3366ff;">A maneira de se conseguir boa reputação reside no esforço em se ser aquilo que se deseja parecer.</span>” Mas o que isso está relacionado ao mundo empresarial?</p>
<p>Inspirada nas pessoas, as empresas perceberam que boa reputação atrai talentos no que se refere a colaboradores, gera confiança por parte dos investidores, desperta preferência por parte do consumidor e tolerância em momentos difíceis. Ou seja, estamos diante de uma reputação corporativa, que de forma resumida, pode ser definida como sendo a soma das opiniões dos <em>stakeholders</em> sobre determinada empresa. Sendo assim, como construir uma boa reputação corporativa entre os influenciadores e clientes de uma marca ou empresa? Mais ainda, como estabelecer boa reputação corporativa onde um dos mais importantes <em>stakeholders</em> (o cliente) é somente um código, um e-mail, como no caso do comércio eletrônico?</p>
<p>No universo do comércio eletrônico uma das formas mais efetivas de conquistar uma boa reputação advinda dos clientes é através da transparência e do fornecimento de informações. O nosso papel como agente do cliente é fornecer informações suficientes e na medida certa para que eles se sintam como se estivessem no mundo real, tangível e sempre tomem a melhor decisão. Fornecer pouca informação ao cliente não o deixará confiante para a compra. Por outro lado, fornecer informação demasiada dificultará a tomada de decisão, reduzindo a venda e gastando o tempo do cliente.</p>
<p>Demonstrar conhecimento sobre os produtos que comercializa é de forma transparente fornecer informações aos clientes. Algumas técnicas para demonstrar conhecimento dos produtos e conquistar uma boa reputação merecem destaques, entre elas:</p>
<ul>
<li><strong>Use recomendação para mostrar que você sabe como      seus produtos se encaixam no gosto dos seus clientes. </strong>Se os clientes      confiam no seu conhecimento eles confiarão nas suas recomendações, o que      na maioria das vezes se traduzirá em mais compras, compras baseadas em      recomendações confiáveis.</li>
<li><strong>Mostre os testemunhos dos seus clientes. </strong>O      testemunho de clientes é uma das formas que trás maior confiabilidade a um      produto. Se existir alguma opinião negativa, reaja rápido no      esclarecimento e proposição de ações para resolução. Os clientes querem      ter a certeza que eles pertencem à comunidade e são membros respeitados.</li>
<li><strong>Divulgue os prêmios que o produto ou a empresa      conquistou. </strong>Prêmios, selos e ou conquistas chanceladas por entidades      reconhecidas trazem confiabilidade à empresa e/ou produto.</li>
<li><strong>Passe a informação certa aos clientes, de forma      fácil.</strong> As pessoas não pensam na forma de palavras. O Windows é uma      prova concreta disso.</li>
<li><strong>Transforme a experiência de compras em algo      divertido.</strong> As pessoas se divertem lendo histórias e olhando imagens.      Elas se sentirão mais confiantes para decidirem por algo num ambiente      divertido.</li>
<li><strong>Cada vez que interagir com seus clientes exponha      alguma recomendação na frente deles</strong>.</li>
<li><strong>Use a opinião de especialistas de forma      moderada.</strong> Conhecimento é o que os clientes desejam, não opinião de especialistas.      Especialistas, na maioria das vezes, não falam a língua dos clientes.</li>
</ul>
<p>Após várias formas de construir uma boa reputação corporativa no comércio eletrônico é hora de transformar o conhecimento em ações. Segundo o grande empreendedor americano <em>Henry Ford</em> “<span style="color: #3366ff;">Você não pode construir uma reputação baseado no que ainda você vai fazer</span>.”</p>
<p>Até o próximo post! Um abraço!</p>
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		<title>A INTELIGÊNCIA COLETIVA NA WEB</title>
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		<pubDate>Mon, 10 May 2010 21:56:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[inteligência coletiva]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Sistemas de Recomendação]]></category>
		<category><![CDATA[Tag clouds]]></category>

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		<description><![CDATA[A base e o objetivo da inteligência coletiva é o reconhecimento e enriquecimento mútuo das pessoas. Trata-se de uma inteligência distribuída, incessantemente valorizada, coordenada em tempo real e que resulta em uma mobilização efetiva das competências.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo Lévy (A Inteligência Coletiva: Por uma Antropologia no Ciberespaço, 2º Ed., Loyola, 1999) a base e o objetivo da inteligência coletiva é o reconhecimento e enriquecimento mútuo das pessoas. Trata-se de uma inteligência distribuída, incessantemente valorizada, coordenada em tempo real e que resulta em uma mobilização efetiva das competências. Por isso, na era do conhecimento, deixar de reconhecer o outro em sua inteligência é recusar-lhe sua verdadeira identidade social. Em contrapartida, quando se valoriza o outro de acordo com o seu leque de saberes, permite-se que se identifique de um modo novo e positivo, contribuindo para mobilizá-lo, para desenvolver nele sentimentos de reconhecimento que, consequentemente, facilitarão a agregação de outras pessoas em projetos coletivos<em>.</em></p>
<p>O ideal da inteligência coletiva implica, portanto, na valorização dos diversos tipos de inteligência distribuída com o intuito de alcançar o reconhecimento e a mobilização efetiva das competências. Inclusive, a Inteligência Coletiva é um conceito pré-datado antes mesmo da existência da Web. É comumente conhecida como o conhecimento ou comportamento que surge através da colaboração ou competição entre um grupo de indivíduos. Tanto as aplicações Web quanto os usuários estão passando por revoluções e transformações. As aplicações atuais confiam em seus usuários, convidando-os a participar, criar conteúdo e a interagir com outros usuários, fazendo uso dessas informações para melhorar a experiência dos usuários e prover um conteúdo de maior valor agregado e personalizado ao usuário da aplicação. Por outro lado, enquanto as aplicações estão evoluindo e ganhando inteligência, os usuários cooperam com essa evolução, pois estes estão cada vez mais dispostos a interagir, organizar, comentar, avaliar e compartilhar informação.</p>
<p>É possível obter resultados melhores de informações provenientes de uma multidão do que de um pequeno grupo de especialistas se quatro condições básicas forem atendidas:</p>
<ol>
<li>Houver uma população composta por indivíduos com diversas opiniões;</li>
<li>Existir indivíduos que não tenham medo ou receio de expressar suas opiniões;</li>
<li>Houver diversidade cultural entre os componentes da população; e</li>
<li>Houver um meio de obter, armazenar e agregar as informações de forma que seja possível fazer uso delas num processo de tomada de decisão.</li>
</ol>
<p>No contexto de aplicações inteligentes é possível entender a Inteligência Coletiva como o uso efetivo de informações providas por outros para melhorar a aplicação. Assim, a inteligência coletiva adquire forma à medida que os usuários interagem entre si expressando suas opiniões e formando seu circulo de influência, o qual logo cresce para uma comunidade capaz de gerar conhecimento. Há diversas técnicas que podem ser utilizadas como formas de viabilizar a utilização do conceito de Inteligência Coletiva dentro das aplicações Web, por exemplo:</p>
<ol>
<li>Informação Agregada (Listas): Agregar informações e listas, exemplo: Lista de Itens mais recentes ou Itens mais buscados</li>
<li>Avaliações, Revisões e Recomendações: Informações compartilhadas por usuários podem influenciar outros;</li>
<li>Conteúdo gerado pelo Usuário (blogs, wikis e mensagens): É possível extrair inteligência das contribuições de usuários, que, por sua vez, influenciarão outros;</li>
<li>Categorização, Marcação e Votação: Aumenta a chance de descoberta de conteúdo, tornando possível conhecer e conectar usuários;</li>
<li>Navegação por <em>Tag Clouds</em>: Classificação dinâmica de conteúdo utilizando termos que podem ser gerados por algoritmos, usuários ou peritos;</li>
<li>Análise de Conteúdo para identificar perfil do usuário: Permite a extração de palavras-chave que irão compor o perfil do usuário;</li>
<li>Agrupamento e modelos de predição: É possível agrupar itens e usuários similares ou até mesmo predizer novos componentes destes grupos;</li>
<li>Busca: Apresentação de resultados pertinentes com base no perfil dos usuários;</li>
<li>Fazer uso de conteúdo externo: Prover conteúdo de fontes externas como blogs ou outros sítios; e</li>
<li>Sistemas de Recomendação: Com base na análise de conteúdo, avaliações, usuários e muitas outras informações é possível fazer sugestões de compras, comunidades, pessoas, etc.</li>
</ol>
<p>Dentre os muitos benefícios de se aplicar técnicas de inteligência coletiva nas aplicações destacam-se:</p>
<ol>
<li><strong>Alta taxa de retenção de usuário</strong>: Já que quanto mais eles interagem, mais personalizada ao seu perfil a aplicação se torna e isso fará com que o usuário queira retornar e continuar navegando.</li>
<li><strong>Elevadas oportunidades de propaganda e comunicação</strong>: Uma vez que muitos usuários utilizam o serviço, o número de interações aumenta e, com isso, as oportunidades de comunicação e propaganda, podendo estas ainda serem personalizadas.</li>
<li><strong>Alta probabilidade dos usuários obterem o que procuram</strong>: Ao passo que as aplicações vão provendo informações relevantes aos usuários, as chances dos usuários encontrarem itens relevantes aumentam.</li>
<li><strong>Melhor posicionamento em sistemas de busca</strong>: Quanto maior a participação e contribuição dos usuários, mais conteúdo existirá em determinada aplicação. Com isso, maior é a probabilidade de ser localizado por sistemas de busca.</li>
</ol>
<p>Com base nesses benefícios é possível perceber a importância de se fazer um uso efetivo da inteligência coletiva nas aplicações Web atuais, uma vez que tais fatores resumem praticamente os principais objetivos de todas as aplicações Web, como: manter a fidelidade dos usuários, monetizar a aplicação através de comunicação e propaganda, atender às necessidades dos usuários (satisfação do cliente) e gerar maior visibilidade na Web.</p>
<p>Existem diversas maneiras de representar o conceito de Inteligência Coletiva. Atualmente tem-se os Webloggs (popularmente conhecidos como Blogs) e as Redes Sociais, através dos quais as pessoas podem trocar informações de interesse, ou seja, serviços que tornam possível manter uma inteligência distribuída, incessantemente valorizada e com coordenação em tempo real. Além desses serviços, existem os Sistemas ou Motores de Recomendação que, resumidamente, são programas capazes de criar regras específicas de comparação e sugestão de itens (p. ex., produtos, serviços, pessoas, etc.) levando em consideração um contexto. O uso destes Sistemas de Recomendação em uma aplicação é a melhor forma de se fazer uso da Inteligência Coletiva.</p>
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